Paraíba


A mina do Guajú, na Paraíba, tem seus sistemas de gestão certificados pelas normas ISO 14001:2004 (práticas de Qualidade), ISO 9001:2008 (práticas de Meio Ambiente), OHSAS 18001:2007 (práticas de Saúde e Segurança no Trabalho) e NBR 16001:2012 (práticas de Responsabilidade Social). A sustentabilidade é praticada no cotidiano pelos empregados da mina, tendo como principais programas os de Recomposição de Área Minerada, Educação Ambiental, Reuso de Água e Monitoramento Ambiental.

Recomposição Ambiental

O Programa de Recomposição Ambiental desenvolvido pela mina do Guajú é reconhecido nacionalmente, inclusive pelo Ibama, que o considera modelo para recomposição de dunas. Ao longo do programa, 1,6 milhão de mudas já foram plantadas e 560 hectares recuperados.  O programa permite à Cristal devolver as características ambientais, recompondo a fauna e flora local. O objetivo é alcançar o maior grau de semelhança com a mata nativa.

Do total de mudas plantadas, cerca de 20% são cultivadas em um canteiro próprio, dentro da mina. Os outros 80% são produzidos pela comunidade local, num programa onde a empresa qualifica, fornece os insumos e compra as mudas, gerando renda para a população circunvizinha.

Nas áreas replantadas, já se percebe o repovoamento de insetos, aves, mamíferas e répteis.

 

Eliminação de Espécies Exóticas

Com grande parte da área já minerada e recuperada, o Programa retorna às áreas de vegetação consolidada para retirar as espécies exóticas (não originárias da região, mas necessárias para o adensamento inicial que atrairia a fauna), aproximando a flora da sua característica nativa.

 

Produção de Mudas Nativas

A Mina do Guajú dispõe de laboratório e viveiros com capacidade de produção de até 60.000 mudas por ano, onde já são reproduzidas mais de 180 essências nativas.

Com o objetivo de gerar renda e melhorar as condições de vida da população, a mina matem um programa de produção de mudas nativas junto à comunidade. Foram selecionadas 10 famílias, que recebem treinamento, insumos e assistência técnica. Hoje, elas estão capacitadas para produzir mais de 40 espécies de plantas e já são responsáveis pelo atendimento de 80% da demanda da mina.

O Programa de Recomposição Ambiental desenvolvido pela mina do Guajú é reconhecido nacionalmente, inclusive pelo Ibama, que o considera modelo para recomposição de dunas. Ao longo do programa, 1,6 milhão de mudas já foram plantadas e 560 hectares recuperados.  O programa permite à Cristal devolver as características ambientais, recompondo a fauna e flora local. O objetivo é alcançar o maior grau de semelhança com a mata nativa.

Do total de mudas plantadas, cerca de 20% são cultivadas em um canteiro próprio, dentro da mina. Os outros 80% são produzidos pela comunidade local, num programa onde a empresa qualifica, fornece os insumos e compra as mudas, gerando renda para a população circunvizinha.

Nas áreas replantadas, já se percebe o repovoamento de insetos, aves, mamíferas e répteis.

 

Eliminação de Espécies Exóticas

Com grande parte da área já minerada e recuperada, o Programa retorna às áreas de vegetação consolidada para retirar as espécies exóticas (não originárias da região, mas necessárias para o adensamento inicial que atrairia a fauna), aproximando a flora da sua característica nativa.

 

Produção de Mudas Nativas

A Mina do Guajú dispõe de laboratório e viveiros com capacidade de produção de até 60.000 mudas por ano, onde já são reproduzidas mais de 180 essências nativas.

Com o objetivo de gerar renda e melhorar as condições de vida da população, a mina matem um programa de produção de mudas nativas junto à comunidade. Foram selecionadas 10 famílias, que recebem treinamento, insumos e assistência técnica. Hoje, elas estão capacitadas para produzir mais de 40 espécies de plantas e já são responsáveis pelo atendimento de 80% da demanda da mina.

Reuso das Águas

A mina mantém um Programa de Reuso de Água, que visa o aproveitamento das águas de processo das suas plantas fixas. Com a objetivo de minimizar a utilização de recursos naturais não renováveis, a mina implementou, em 2007, um sistema que permite reutilizar de forma direta e indireta mais de 90% das águas necessárias para seu processo produtivo. O sistema foi concebido de forma a não utilizar energia adicional e, também, reaproveitando materiais que seriam descartados.

A unidade tem a outorga da Agência Nacional de Águas – ANA para captar do rio Guajú. O programa permite a redução da captação de água do manancial e a consequente diminuição do volume de resíduos líquidos.

Monitoramento Ambiental

A mina do Guajú conta com um programa permanente de monitoramento ambiental que permite à unidade conhecer e manter sob controle eventuais impactos causados pela operação. O programa também possibilita avaliar se emissões atmosféricas atendem aos limites regulamentados pela legislação.

Também são medidos e avaliados os parâmetros de controle nas águas superficiais e subterrâneas.

Os parâmetros de controle de emissões e frequência de amostragem são os definidos na Licença de Operação:

– Emissões Atmosféricas

– Fontes Móveis

Toda a frota de equipamentos movidos a diesel, próprio e de terceiros, que operam na mina é monitorada quanto à emissão de fumaça. O monitoramento é feito através da medição da densidade colorimétrica das emissões, utilizando, para isto, a escala de Ringelmann.

Equipamentos que emitam fumaça com densidade colorimétrica superior a 2 são parados e encaminhados para manutenção.

1. Fonte Estacionária

A mina opera uma fornalha que utiliza biomassa como combustível no processo de beneficiamento dos minérios. As emissões atmosféricas provenientes desta fonte são monitoradas com medidor de gases portátil. Todas as medições realizadas atendem ao limite regulamentado para o tipo de fonte e combustível utilizado.

2. Água Superficial e Subterrânea

A mina opera uma rede de monitoramento composta de 14 estações de amostragem, distribuídas por toda a área de influência direta da empresa.

A rede permite avaliar a qualidade da água subterrânea e superficial bem como da água potável distribuída à população da mina.

Todos os parâmetros avaliados nas águas superficiais e subterrâneas atendem aos limites estabelecidos, inclusive os parâmetros de potabilidade.

 

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